Estou deitado a aproveitar as minhas férias. Quer dizer, ainda não são férias, são mais uma ilusão fantástica de que nunca mais tenho que fazer mais nada. Espero que a ilusão se prolongue até saírem as notas que faltam, e também espero que quando saírem as notas passe de ilusão para realidade.
Porém existe um lado bem menos positivo nisto tudo... acaba a faculdade, acaba o ir para a faculdade, acaba o "não faz mal ficar até mais tarde, amanhã falto à aula da manhã". Começa o "até amanhã pessoal, amanhã vou trabalhar cedo". Pelo menos é assim que acho que funciona...
Não vou dizer que nunca mais vou estudar, porque eu quero voltar a estudar. Sim é estúpido e parvo da minha parte, mas às vezes temos que ser assim para nos sentirmos realizados. Tenho aquela ideia, provavelmente bastante idiota, de querer ter um outro curso, de uma área completamente diferente. Biologia Marinha ou Direito, algo assim do género, que expandisse bastante os meus horizontes. Mas tudo isso num futuro ligeiramente distante, após uma pós-graduação na minha área.
Agora resta-me desejar sorte a quem ainda tem que estudar e fazer exames, ir beber umas cervejas com o pessoal e depois dormir até não conseguir mais.
Cuidem-se!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Sem título.
Sei que já é quinta, e que isto está parado... mas a culpa é do exame.
A tormenta está quase a passar e as férias já estão mesmo ali ao virar da esquina.
I'll be back.
A tormenta está quase a passar e as férias já estão mesmo ali ao virar da esquina.
I'll be back.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Fiat 500.
É o carro das mulheres. Digo mais, é o carro das mulheres bonitas. Vou tentar explicar a teoria.
O discurso, ao contrario do que normalmente acontece, vai parecer um pouco agressivo, machista e, se calhar, desrespeitoso, e isso porque é um discurso um pouco agressivo, machista e, se calhar, desrespeitoso.
Ora bem, um estudo cientifico (feito por mim e mais alguns amigos meus) observou uma amostra considerável (alguns de nós afirmam ser quase 200 carros/mulheres enquanto os outros dizem que estamos a contar os mesmos carros duas vezes e possivelmente nem temos uma amostra de 100 pares Fiat 500/mulher) da espécie em questão (parelha de Fiat 500 com a respectiva condutora) e chegou-se à conclusão de que em 90% dos casos temos uma mulher bonita e extremamente atraente atrás do volante, concluindo-se assim que o Fiat 500 é o carro das mulheres bonitas.
Não quer isto dizer que não hajam mulheres bonitas a conduzir outros carros, temos, por exemplo, o New Beetle, o Citroen C3 e, mais recentemente, o Audi A1 (que é um carro um bocado estranho, pois parece qualquer coisa nascida de uma relação de um Fiat 500, a mulher da relação, com um Audi A3, o homem, e que no fim a custódia da foi para a Audi...). Há mulheres bonitas a conduzir esses carros, mas por favor... se for uma rapariga e conduzir um Fiat 500 há 90% de probabilidade de ser bonita e fisicamente atraente.
Tenho a certeza que grande parte dos homens já tinha falado ou sequer pensado nisto, dai ter surgido a necessidade deste importantíssimo estudo cientifico.
Outra coisa que se notou durante o estudo foi que, ao que parece, os pombos também acham o carro extremamente apelativo.
Meninas, conduzam com cuidado, não me estraguem a estatística.
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domingo, 29 de janeiro de 2012
Sem título.
Depois de ter andado a passear pela blogosfera, cheguei à conclusão de que o meu blogue precisa de outra actualização. Uma actualização grande, a nível estrutural e estético.
Mas isso vai ter que ficar para depois dos exames...
Mas isso vai ter que ficar para depois dos exames...
sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Exames.
Já escrevi sobre os exames mais do que uma vez. Quando tenho que estar a estudar apetece-me escrever sobre a razão porque devia estar a estudar (maldito cérebro, que não consegue definir prioridades...).
Na época de exames ocorre sempre um fenómeno paranormal: surgem mil novos interesses, aparecem duas mil novas músicas, caem do céu três mil sites que "tenho que ver agora", emergem... vá, já perceberam...
Ontem, após o exame, decidi tirar o resto do dia para descansar. Não me apeteceu fazer nada. Não me apetecia jogar, não me apetecia ler, não me apetecia ver nenhum filme, até fui para a cama sem estar com sono. Hoje que devia estar a estudar, apetece-me jogar, escrever no blogue e até ler os artigos mais chatos que vão publicando no facebook. Já fiz brownies, já arrumei o quarto, já fui dar uma volta, já arranjei e continuo a arranjar todas as coisas possíveis para adiar o estudo, mas lá no fundo sei que vão-se esgotar as ideias e eventualmente vou ter que começar a estudar, é sempre assim.
Damn.
Na época de exames ocorre sempre um fenómeno paranormal: surgem mil novos interesses, aparecem duas mil novas músicas, caem do céu três mil sites que "tenho que ver agora", emergem... vá, já perceberam...
Ontem, após o exame, decidi tirar o resto do dia para descansar. Não me apeteceu fazer nada. Não me apetecia jogar, não me apetecia ler, não me apetecia ver nenhum filme, até fui para a cama sem estar com sono. Hoje que devia estar a estudar, apetece-me jogar, escrever no blogue e até ler os artigos mais chatos que vão publicando no facebook. Já fiz brownies, já arrumei o quarto, já fui dar uma volta, já arranjei e continuo a arranjar todas as coisas possíveis para adiar o estudo, mas lá no fundo sei que vão-se esgotar as ideias e eventualmente vou ter que começar a estudar, é sempre assim.
Damn.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Mega treta.
Que os americanos tem a mania que mandam no mundo já eu sabia, mas nunca liguei muito a isso, mas agora passaram da mania ás acções.
Invadiram um punhado de países com a mania que iam levar a liberdade ao povo e a gente até engoliu, afinal mesmo sabendo que era por causa de petróleo e por causa de financiar a máquina industrial de guerra americana a cantiga do "levar a liberdade" até caia bem no ouvido. Fizeram isso e tudo bem, meia dúzia de países revoltaram-se, atiraram umas pedras e uns sapatos, gritaram na rua e pintaram numas paredes.
Agora sem guerras para travar (não por falta de candidatos a próximo país invadido, apenas porque é um momento delicado para começarem outra guerra...), os americanos ficaram com fome de criar transtorno a alguém. Qual a solução? SOPA.
A primeira baixa dessa guerra foi o site Megaupload, e, para que se tenha noção, a baixa que o Megaupload é para o país que é a Internet é comparável à baixa que seria, por exemplo, a cidade de S. Francisco para os americanos.
Podem invadir os paises que quiserem, podem dar cabo da economia, podem voltar a eleger um Bush, mas não dêem cabo do site que me fornece as séries online.
Invadiram um punhado de países com a mania que iam levar a liberdade ao povo e a gente até engoliu, afinal mesmo sabendo que era por causa de petróleo e por causa de financiar a máquina industrial de guerra americana a cantiga do "levar a liberdade" até caia bem no ouvido. Fizeram isso e tudo bem, meia dúzia de países revoltaram-se, atiraram umas pedras e uns sapatos, gritaram na rua e pintaram numas paredes.
Agora sem guerras para travar (não por falta de candidatos a próximo país invadido, apenas porque é um momento delicado para começarem outra guerra...), os americanos ficaram com fome de criar transtorno a alguém. Qual a solução? SOPA.
A primeira baixa dessa guerra foi o site Megaupload, e, para que se tenha noção, a baixa que o Megaupload é para o país que é a Internet é comparável à baixa que seria, por exemplo, a cidade de S. Francisco para os americanos.
Podem invadir os paises que quiserem, podem dar cabo da economia, podem voltar a eleger um Bush, mas não dêem cabo do site que me fornece as séries online.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Ave César!
Olhou para o lado e viu um dos bárbaros avançar com um machado de guerra que parecia pintado a sangue na direcção do seu irmão. Gritou por ele e lançou-se na sua direcção. O tempo parecia ter abrandado, cada passo era dado mais devagar que o anterior, cada silaba que saia da sua boca voava mais devagar. O bárbaro parecia imune ao abrandamento, seguia a correr, empunhando o temível machado.
Por entre os corpos dos que já tinham caído na batalha, o legionário corria desalmadamente, sentia que se o machado descesse a réstia de alma que sobrava nele ia abandoná-lo. Já tinha visto demasiados amigos morrer por causa de um império decadente, demasiados haviam dado o corpo e a alma para que a obra megalómana vivesse. Já tinha visto os pais morrerem queimados pelos que se diziam aliados. Já tinha visto o seu outro irmão trespassado por uma lança como se fosse um animal. Tudo o que tinha estava agora ameaçado por um machado ensanguentado.
Os poucos metros que o separavam do bárbaro pareciam as imensas leugas que separavam a Bretanha, onde agora corria, da sua amada Germânia.
Num grito atirou-se de espada em punho para cima do enorme bárbaro que tinha o tamanho de um urso e cabelos que pareciam a crina de um cavalo e que maneja o enorme machado como se de um pau se tratasse.
A espada atravessou-o. O olhar do gigante bárbaro transparece surpresa, com o calor da batalha nem o tinha visto chegar. Morre ali mesmo, aos pés do pequeno legionário, cai como se de uma árvore se tratasse.
Chegou tarde, a sua espada atravessou-o, mas não antes do machado ter feito o seu amado irmão em dois. Cai sobre os joelhos e brada a Júpiter e a Marte. Enraivece-se e fervilha de ódio. O resto de alma que em si havia tinha ido.
Arrumou a espada e pegou no seu defunto irmão. Carregando-o ao ombro entrou pela floresta hostil como se de casa se tratasse.
Cavou com as mão até que delas não se visse mais nada que não sangue, e destroçado enterrou o ultimo que lhe era querido. As lágrimas caiam em cima da armadura do irmão, o som que faziam tornava-se arrepiante, tal era o silêncio na floresta.
Ao acabar pôs-se de pé, limpou as lágrimas, sacudiu a terra, limpou a lâmina da sua espada. Deu um grito do fundo das entranhas que gelou a já silenciosa floresta e correu de volta o cemitério que o campo de batalha se tinha tornado.
Naquele dia nem um bárbaro voltou, fosse homem, mulher ou criança. Nesse dia um romano deixou de ser gente.
Por entre os corpos dos que já tinham caído na batalha, o legionário corria desalmadamente, sentia que se o machado descesse a réstia de alma que sobrava nele ia abandoná-lo. Já tinha visto demasiados amigos morrer por causa de um império decadente, demasiados haviam dado o corpo e a alma para que a obra megalómana vivesse. Já tinha visto os pais morrerem queimados pelos que se diziam aliados. Já tinha visto o seu outro irmão trespassado por uma lança como se fosse um animal. Tudo o que tinha estava agora ameaçado por um machado ensanguentado.
Os poucos metros que o separavam do bárbaro pareciam as imensas leugas que separavam a Bretanha, onde agora corria, da sua amada Germânia.
Num grito atirou-se de espada em punho para cima do enorme bárbaro que tinha o tamanho de um urso e cabelos que pareciam a crina de um cavalo e que maneja o enorme machado como se de um pau se tratasse.
A espada atravessou-o. O olhar do gigante bárbaro transparece surpresa, com o calor da batalha nem o tinha visto chegar. Morre ali mesmo, aos pés do pequeno legionário, cai como se de uma árvore se tratasse.
Chegou tarde, a sua espada atravessou-o, mas não antes do machado ter feito o seu amado irmão em dois. Cai sobre os joelhos e brada a Júpiter e a Marte. Enraivece-se e fervilha de ódio. O resto de alma que em si havia tinha ido.
Arrumou a espada e pegou no seu defunto irmão. Carregando-o ao ombro entrou pela floresta hostil como se de casa se tratasse.
Cavou com as mão até que delas não se visse mais nada que não sangue, e destroçado enterrou o ultimo que lhe era querido. As lágrimas caiam em cima da armadura do irmão, o som que faziam tornava-se arrepiante, tal era o silêncio na floresta.
Ao acabar pôs-se de pé, limpou as lágrimas, sacudiu a terra, limpou a lâmina da sua espada. Deu um grito do fundo das entranhas que gelou a já silenciosa floresta e correu de volta o cemitério que o campo de batalha se tinha tornado.
Naquele dia nem um bárbaro voltou, fosse homem, mulher ou criança. Nesse dia um romano deixou de ser gente.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Uma ou outra.
Das duas hipóteses que tenho, acabar o trabalho de Prótese Maxilo-facial e estudar Técnicas Laboratoriais de Ortodontia II, escolhi uma terceira. Não fazer absolutamente nada disso.
Ouvir música, ver o que há de novo no 9gag, escrever no blogue, ir buscar uma bola de gelado para comer no quarto (que com o aquecedor ligado já parece uma ilha nas Caraíbas... graças a Deus que é o senhorio que paga as contas...), arrumar a roupa que está em cima da cadeira faz já uma semana... tudo parece tão importante e interessante para fazer.
Até tenho a certeza que mal acabe de postar isto vou tirar uns minutos para pensar no sentido da vida ou para ir ver a tradução de uma música de uma banda lituana que um amigo meu postou no facebook. Tudo vai acontecer menos o que tem que acontecer.
É sempre assim.
Ouvir música, ver o que há de novo no 9gag, escrever no blogue, ir buscar uma bola de gelado para comer no quarto (que com o aquecedor ligado já parece uma ilha nas Caraíbas... graças a Deus que é o senhorio que paga as contas...), arrumar a roupa que está em cima da cadeira faz já uma semana... tudo parece tão importante e interessante para fazer.
Até tenho a certeza que mal acabe de postar isto vou tirar uns minutos para pensar no sentido da vida ou para ir ver a tradução de uma música de uma banda lituana que um amigo meu postou no facebook. Tudo vai acontecer menos o que tem que acontecer.
É sempre assim.
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